Mergulhando na história Parte II
Olímpia
é uma cidade no litoral da península do Peloponeso, numa região chamada Élis, cuja
fama remonta às competições esportivas da antiguidade. A cidade de hoje é pequena
e charmosa, e se desenvolveu em torno do turismo relacionado às suas
escavações.
Logo
cedo saímos do hotel rumo ao sítio arqueológico de Olimpia, o Santuário de Zeus
em Olímpia, um complexo de templos, prédios e estádios onde se realizavam as
competições esportivas entre os anos 780 A.C. e 470 D.C. E que era um centro
cultural, esportivo e religioso da época.
Primeiro
recebemos as orientações sobre o que existia naquela época usando uma maquete
de todo o complexo – o templo de Hera, o mais antigo, o templo de Zeus, o
principal.
O
complexo durou cerca de 1200 anos, até ser destruído por um terremoto. Em 426
D.C as competições foram proibidas pelo Imperador romano Teodosio I pois os
romanos haviam conquistado a Grécia.
Hoje
o que temos são ruínas, plantas baixas, algumas colunas e muita história para
contar.
Ao
lado das escavações há um museu com peças encontradas – armas de bronze,
capacetes dos guerreiros oferecidos aos deuses por suas vitórias, cerâmicas e
muitas estátuas.
No
templo de Zeus havia uma enorme estatua de mármore e ouro (13 metros) que
provavelmente foi saqueada, só restando uma foto.
A
joia do museu é uma estátua do deus Hermes carregando o bebê Dionísio para suas
babás em Beócia. A estátua foi feita pelo escultor Praxiteles no sec. IV A.C,
toda em mármore e rica em detalhes.
Outra
obra de arte famosa é a estátua de Nike de Palonius, a personificação da
vitória feita em oferenda a Zeus para celebrar a vitória sobre os Lacedamonios,
no sec. V A.C.
Os
jogos olímpicos só foram reiniciados na era moderna em 1896 e até hoje há uma
cerimônia do acendimento da tocha olímpica em Olímpia, que é levada para Atenas
e daí para o país sede das olimpíadas para conectar os jogos da antiguidade com
os da era moderna.
O
passeio é muito interessante, porém cansativo. Nossa guia explica tudo e conta
mil estórias com riqueza de detalhes (até demais), por vezes bem prolixa. Na
história da Grécia antiga se misturam os deuses, os reis, os heróis, as lendas
e a mitologia ao ponto de sempre ficar uma dúvida sobre o que é verdade e o que
é lenda.
Depois
da visita ficamos um pouco na cidade para comprinhas e em seguida fomos almoçar
num restaurante pré-combinado pela agência com buffet a preço fixo. Na verdade,
teria sido melhor comer pelos restaurantes/tavernas da cidade. Acho que mais
barato e ao gosto e cada um.
Agora
estamos nos deslocando para Delfos, em direção norte. Vamos cruzar o golfo de
Lepanto (hoje golfo de Patras), na ponte Rio Antirio e, a partir daí seguimos
por uma via costeira ao redor do golfo de Corinto, numa bela vista do mar e das
montanhas ao redor.
Passamos por dentro de Lepanto onde há uma bela fortaleza sobre a montanha e um pequeno porto com defesas.
Ao chegarmos à pequena cidade portuária de Itea começamos a
subir a montanha para Delfos já na Grécia continental. Vamos pernoitar em Delfos retornar a Atenas amanhã.
Estamos
no hotel Hermes, bem no centro da pequena Delfos. E sairemos para jantar na
cidade com o grupo do hotel.

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Dia cheio de coisas e informações! Um mundo de lendas por aí! Sil
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