Acordamos
as 5:30 para poder estar em tempo com as excursões. O navio já estava aportado
em Kusadasi, um porto da Turquia, localizado ao lado de praias e cidades de
veraneio.
Nossa visita não seria em Kusadasi, mas sim na vizinha Éfeso, onde visitamos a casa onde Maria morou e depois as escavações da antiga Éfeso.
Depois
da morte de Jesus, Maria fugiu para o Egito com João Batista e de lá veio para
Éfeso.
A
casa de Maria é uma casinha pequena, da qual 2/3 são originais, onde há uma
pequena capela com a imagem da Virgem. O local emana uma energia muito boa e
traz muita emoção.
Na
divisão das pessoas para as excursões, caímos com um grupo de brasileiros que
faziam uma peregrinação religiosa acompanhados por um padre e eles tiveram
permissão de celebrar uma missa numa capela privada. Então pudemos assistir a
missa e rezar em agradecimento à todas as bênçãos recebidas.
De
lá fomos visitar a Éfeso antiga. A cidade de Éfeso foi construída no sec. IV
A.C e se tornou uma cidade importante na época. No sec. II A.C foi ocupada
pelos romanos, até o séc. IV D.C quando o império romano foi dividido e ela
passou a fazer parte do império bizantino. No séc. VI D.C foi dizimada pela
malária e muitos foram embora. Algum tempo depois foi destruída e soterrada por
um terremoto. Ficou escondida até o sec. XIX quando arqueólogos franceses a
descobriram, mas os austríacos conseguiram tirar dos franceses a permissão para
a escavação e recuperação de Éfeso.
Então
temos uma série de ruínas de ruas, pórticos, templos, estátuas, o teatro, o odeon
e, inclusive a frente da Biblioteca de Celsius, conhecido sábio da antiguidade.
Passamos
por um banheiro público, uma pedra retangular com vários sanitários em que as
pessoas sentavam lado a lado fazendo suas necessidades. Por baixo corria água
canalizado de um rio e que levava a sujeira.
No
entanto, em algumas edificações foi encontrado encanamento de água e esgoto.
Todas
as peças que vemos foram encontradas nas escavações e montadas como se fosse um
Lego gigante. Há algumas peças bem conservadas com relevos, inscrições etc.
Depois
a guia nos levou a uma loja (outlet) de casacos e bolsas de couro – um couro
finíssimo e peças de muito bom gosto e qualidade e alto preço. Fiz economia e
não comprei nada.
De
volta ao navio, seguimos agora navegando pelo Egeu rumo a Patmos para visita e
excursão. O mar continua com seu azul encantador. No horizonte, uma ilha após
outra.
Chegamos
a Patmos por volta das 16 horas. Desembarcamos e fomos para um tour da ilha e
uma visita à gruta onde S. João Evangelista teve a revelação do apocalipse.
Patmos
faz parte do arquipélago do Dodecaneso (12 ilhas) e tem 3 cidades e 3200
habitantes, dos quais cerca de 70% sobrevivem do turismo. A capital é Hora, que
fica na parte alta da ilha.
Na
ilha há um Monastério de S. João que parece uma fortaleza no topo da montanha.
A
outra atração é a gruta da Revelação, que ocorreu no sec. I D.C.
Acabada
a visita voltamos ao navio para jantar e assistir ao show “Viagem Helênica”
sobre a cultura grega.



















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Tudo fantástico!! sil
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